{"id":219,"date":"2025-05-24T10:22:49","date_gmt":"2025-05-24T13:22:49","guid":{"rendered":"https:\/\/folhadoviladaserra.com.br\/?p=219"},"modified":"2025-05-21T10:28:03","modified_gmt":"2025-05-21T13:28:03","slug":"ultima-semana-da-performance-circense-mao-rj-no-patio-do-ccbb-bh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhadoviladaserra.com.br\/index.php\/2025\/05\/24\/ultima-semana-da-performance-circense-mao-rj-no-patio-do-ccbb-bh\/","title":{"rendered":"\u00daltima semana da Performance circense &#8220;M\u00c3O&#8221; (RJ), no p\u00e1tio do CCBB BH\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Cr\u00e9dito: Lucas Mezzacappa<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em cartaz somente de 21 a 26 de maio, a interven\u00e7\u00e3o carioca prop\u00f5e ao p\u00fablico uma experi\u00eancia art\u00edstica em torno dos rituais de chegada e partida dos trabalhadores do circo na cidade. Em cena, \u00e9 montada ao vivo uma estrutura de 8 metros, pela m\u00e3o de seis performers e um m\u00fasico. O acesso \u00e9 gratuito.<\/p>\n\n\n\n<p>De 21 a 26 de maio, quarta a segunda-feira, \u00e9 a \u00faltima semana para conferir a performance de circo &#8220;M\u00e3o&#8221;, dirigida pelo artista ga\u00facho Renato Linhares (&#8220;Intr\u00e9pida Trupe&#8221; e &#8220;Foguetes Maravilha&#8221;), em cartaz no p\u00e1tio do CCBB BH. Em tempo real, os performers Adelly Costantini, Fernanda M\u00e1s, Carolina Cony, Daniel Elias, Ernesto Poittevin, F\u00e1bio Freitas e Marcelo Callado montam, aos olhos da plateia, pe\u00e7a por pe\u00e7a de uma estrutura feita de ferro e madeira \u2013 que chega a 8 metros de altura \u2013 com coreografia hipnotizante que altera a no\u00e7\u00e3o de tempo do espectador. A obra reflete sobre a chegada e despedida dos trabalhadores do circo na cidade, ou, simplesmente, aquilo que antecede o show: o salto, o voo, o &#8220;frio na barriga&#8221;. A performance acontece, \u00e0s quartas, quintas, sextas e segundas, \u00e0s 15h, e aos s\u00e1bados e domingos, \u00e0s 18h, no P\u00e1tio do CCBB BH. O acesso \u00e9 gratuito. Mais informa\u00e7\u00f5es sobre as performances pelo site ccbb.com.br\/bh e nas redes sociais: instagram.com\/ccbbbh e facebook.com\/ccbbbh.<\/p>\n\n\n\n<p>Este projeto tem o patroc\u00ednio do Banco do Brasil por meio do edital de Ocupa\u00e7\u00e3o do Centro Cultural Banco do Brasil 2024\/2025.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nos perguntamos como criar uma interven\u00e7\u00e3o que pudesse falar da m\u00e3o de obra da m\u00e3o circense. Um ato p\u00fablico que nos permitisse ver as formas de express\u00e3o que existem no toque, na a\u00e7\u00e3o do construtor, do ponto de vista do artista de circo. Mas tamb\u00e9m um espet\u00e1culo que fosse como a m\u00e3o, um instrumento articulado, extremo, inconsciente&#8221;, explica o performer, core\u00f3grafo e encenador Renato Linhares, que assina a dire\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Renato Linhares explica que o resultado \u00e9 uma pe\u00e7a que convida \u00e0 reflex\u00e3o sobre esse &#8216;construir&#8217; do circo e suas particularidades. &#8220;Uma obra que \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica ou uma coreografia oper\u00e1ria. Um ritual que d\u00e1 a ver a espessura do ferro que segura a lona, o peso da estaca que a mant\u00e9m de p\u00e9, suas equa\u00e7\u00f5es estruturais, seus barulhos n\u00e3o musicais, seus encaixes \u00fanicos, e aquilo tudo que vem antes do salto, do voo, do frio na barriga. Nem todos os rituais s\u00e3o rigidamente definidos, alguns costumam se formar no meio da vida cotidiana, e acabam se tornando um ato reconhec\u00edvel pela express\u00e3o e pelo simbolismo que h\u00e1 nesse acontecimento&#8221;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Cena<\/p>\n\n\n\n<p>Em cena, os seis performers executam movimentos ordin\u00e1rios de uma constru\u00e7\u00e3o, como aparafusar e encaixar. Durante a edifica\u00e7\u00e3o, os artistas se equilibram em uma enorme rampa de madeira, com saltos, acrobacias e giros, possibilitando aos passantes uma esp\u00e9cie de viagem no tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Decidimos levantar uma estrutura em cena e fazer do deslocamento de tubos, ferros, porcas e parafusos uma experi\u00eancia concreta para poder viajar no tempo, pois construir uma estrutura em um espa\u00e7o de passagem p\u00fablico pertence \u00e0 cultura arcaica. Por s\u00e9culos e s\u00e9culos pequenos e grandes mundos ut\u00f3picos foram constru\u00eddos e destru\u00eddos a olhos nus. Pontes, torres, pir\u00e2mides, casas, cidades inteiras edificadas e demolidas pelo tempo e pelos homens. Entre grandes inc\u00eandios e guerras territoriais, por vezes, vislumbramos distra\u00eddos a chegada do circo. Entre coloniza\u00e7\u00f5es e evolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, sob nossos olhos, e no decorrer do tempo, vimos o circo se montar e partir, deixando um ef\u00eamero rastro de truques e milagres&#8221;, comenta Renato Linhares.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao final da performance, a grande estrutura \u00e9 tombada, invertendo seu \u00e2ngulo, dando-lhe uma nova forma. In\u00fameras rea\u00e7\u00f5es invadem a plateia, que \u00e9 surpreendida ao ver o gigante objeto, constru\u00eddo diante de seus olhos, sendo deitado no ch\u00e3o. Uma imensa tela verde \u00e9 usada para cobrir a estrutura, e o interior da tela \u00e9 preenchido pela apari\u00e7\u00e3o de uma fuma\u00e7a vermelha, que perpassa por ela atingindo o c\u00e9u. O espet\u00e1culo finaliza. Os artistas partem. Ao som de uma m\u00fasica \u00e9pica, deixam na pra\u00e7a uma enorme escultura. O circo.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Adelly \u2013 idealizadora do projeto, produtora e uma das performers \u2013 &#8220;M\u00e3o&#8221; \u00e9 uma obra multidisciplinar, feita a muitas m\u00e3os, por circenses, bailarinos, m\u00fasicos e arquitetos. &#8220;Em cena, discutimos o &#8216;trabalho&#8217;, a obra edificada fora da galeria, a m\u00e3o de quem faz a obra, a cidade em obra. \u00c9 circo em Happening ou uma ode aos trabalhadores&#8221;, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a estreia em 2016, &#8220;M\u00e3o&#8221; j\u00e1 circulou por diversos tipos de p\u00fablico em museus, avenidas, escolas, comunidades, centros urbanos, periferias e tamb\u00e9m em festivais de circo, dan\u00e7a e performance dos estados do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo e, pela primeira vez, ser\u00e1 vista pelos mineiros. &#8220;\u00c9 uma obra democr\u00e1tica. Sua passagem cria a expectativa ao risco, ao acerto, \u00e0 poss\u00edvel falha humana. Gostamos da galeria enquanto espa\u00e7o de exposi\u00e7\u00e3o de uma obra. Mas gostamos de levar a obra tamb\u00e9m para avenidas ou parques. Diante dos diversos cen\u00e1rios, pequenas adapta\u00e7\u00f5es sempre podem ocorrer. Muitas vezes invadimos a pra\u00e7a dentro de um caminh\u00e3o, outras vezes o caminh\u00e3o n\u00e3o tem acesso. Como \u00e9 o caso do CCBB BH. O \u00fanico cen\u00e1rio ideal \u00e9 que haja um solo firme para erguer a obra&#8221;, conclui Adelly.<\/p>\n\n\n\n<p>Circuito Liberdade<\/p>\n\n\n\n<p>O CCBB BH \u00e9 integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gest\u00e3o da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que re\u00fane diversos espa\u00e7os com as mais variadas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, tur\u00edstico, social e econ\u00f4mico, com foco na economia criativa como mecanismo de gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, al\u00e9m da democratiza\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o do acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades propostas.<\/p>\n\n\n\n<p>SERVI\u00c7O<\/p>\n\n\n\n<p>EM CARTAZ, PERFORMANCE &#8220;M\u00c3O&#8221; NO P\u00c1TIO DO CCBB BH<\/p>\n\n\n\n<p>21 a 26 de maio<\/p>\n\n\n\n<p>Quartas, quintas, sextas e segundas \u2013 \u00e0s 15h<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e1bados e domingos \u2013 \u00e0s 18h<\/p>\n\n\n\n<p>Local: P\u00e1tio do CCBB BH (Pra\u00e7a da Liberdade, 450 \u2013 Funcion\u00e1rios \u2013 BH\/MG)<\/p>\n\n\n\n<p>Acesso gratuito<\/p>\n\n\n\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es no site ccbb.com.br\/bh<\/p>\n\n\n\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: Livre<\/p>\n\n\n\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: (31) 3431 9400<\/p>\n\n\n\n<p>instagram.com\/ccbbbh | facebook.com\/ccbbbh | E-mail: ccbbbh@bb.com.br<\/p>\n\n\n\n<p>INFORMA\u00c7\u00d5ES PARA IMPRENSA<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de Imprensa do Centro Cultural Banco do Brasil\u202fBelo Horizonte\u202f<\/p>\n\n\n\n<p>Tiago Ferreira &#8211; tiagoferreira@bb.com.br | (31) 3431-9400 \/ 9420<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de imprensa temporada BH &#8211; Rizoma Comunica\u00e7\u00e3o &amp; Arte<\/p>\n\n\n\n<p>Beatriz Fran\u00e7a &#8211; beatrizfranca@rizomacomunica.com.br | (31) 99733-3127<\/p>\n\n\n\n<p>EXTRAS &#8211; Minibios<\/p>\n\n\n\n<p>Renato Linhares \u00e9 performer, core\u00f3grafo e encenador. Iniciou seus estudos em teatro no ano de 1998, em Porto Alegre, com o grupo \u00d3i N\u00f3is Aqui Traveiz. Em 2001, ingressa na Intr\u00e9pida Trupe (RJ), onde dirige o espet\u00e1culo METEGOL (2005). Desde 2011, faz parte do grupo Foguetes Maravilha por onde criou os espet\u00e1culos: &#8220;Ningu\u00e9m Falou que Seria F\u00e1cil&#8221;, de Felipe Rocha, com dire\u00e7\u00e3o de Alex Cassal; &#8220;S\u00edndrome de Chimpanz\u00e9&#8221;, com texto e dire\u00e7\u00e3o de Alex Cassal; &#8220;Mortos-Vivos: Uma Ex-confer\u00eancia&#8221;, de Alex Cassal, no qual dirige e atua; e &#8220;Subterr\u00e2neo &#8211; Um Musical Obscuro&#8221;, em codire\u00e7\u00e3o com Paula Diogo, uma coprodu\u00e7\u00e3o com a cia. portuguesa M\u00e1-Cria\u00e7\u00e3o. Suas cria\u00e7\u00f5es mais recentes s\u00e3o os espet\u00e1culos: &#8220;Pode Ter Sido um Tremor&#8221;, como diretor e core\u00f3grafo; &#8220;AG\u00d4 &#8211; Conversas&#8221; de Cristina Moura, como dramaturgo colaborador e interlocutor convidado; &#8220;C\u00e9rebro_Cora\u00e7\u00e3o&#8221; de Mariana Lima, em codire\u00e7\u00e3o com Enrique Diaz; &#8220;M\u00e3o \u2013 Transla\u00e7\u00e3o da Casa pela Paisagem&#8221;, como diretor e core\u00f3grafo; e &#8220;Os 7 Samurais&#8221;, de Laura Samy, como dan\u00e7arino.<\/p>\n\n\n\n<p>Adelly \u00e9 multiartista e produtora. Trabalha nas m\u00faltiplas linguagens do circo e seus diferentes p\u00fablicos ou loca\u00e7\u00f5es. Realiza o Festival de acrobacias a\u00e9reas Rio no Ar. Diretora de movimento com indica\u00e7\u00f5es ao Emmy 2023 pela novela &#8220;Cara e Coragem&#8221; (Globo) e premiada pelo CBTIJ 2024, pela prepara\u00e7\u00e3o corporal da pe\u00e7a &#8220;F\u00e1brica de Nuvens&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00e9dito: Lucas Mezzacappa Em cartaz somente de 21 a 26 de maio, a interven\u00e7\u00e3o carioca prop\u00f5e ao p\u00fablico uma experi\u00eancia art\u00edstica em torno dos rituais de chegada e partida dos trabalhadores do circo na cidade. Em cena, \u00e9 montada ao vivo uma estrutura de 8 metros, pela m\u00e3o de seis performers e um m\u00fasico. 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